quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A restauração de Portugal

Não há mais volta a dar, por mais imprecisões e defeitos que qualquer regime possa conter, apenas um deles pode terminar com o saque e acabar com uma partidocracia a raiar a "patifocracia".

Esse regime é a monarquia, o único capaz de criar consensos e o único capaz de não estar tolhido por rabos de palha e interesses inconfessáveis (assim se dominam pelo pavor do escândalo) como os políticos da república. O Rei é uma personalidade impoluta nesse aspecto, e quem disser o contrário não está a falar a sério. Por muitas injustiças e asneiras que se cometessem, a monarquia nunca chegou ao ponto de ridicularizar e maltratar o seu povo como o faz a república actualmente.
 
Não se dá valor a quem trabalha (exceptuando se for do círculo de amizades da seita democrática), promove-se o parasitismo e a imbecilidade endémica, já se sabe para garantir uma legião parasitária que dará o seu voto aos "patifocratas". E chamam a isto "democracia".
 
Em Portugal andamos há 38 anos a enriquecer meia dúzia de indivíduos em meia dúzia de sectores chave, combustíveis, energias, telecomunicações, audiovisual, livros escolares (manuais é o termo politicamente correcto). E tudo isto continua a ser "patifocracia", perdão "democracia".
 
 
 
 
 
Pela restauração de Portugal, viva o rei, viva Portugal.
 
 
 

Os (não) direitos reprodutivos

«A expressão "direitos reprodutivos" foi introduzida em 1994, na Conferência Internacional do Cairo subordinada ao tema "População e Desenvolvimento", em substituição da fórmula "planeamento familiar". Na realidade, os direitos reprodutivos são os direitos de não reprodução, que se concretizam na adesão a uma política mundial de educação sexual, aborto, contracepção e estirilização.
À saúde reprodutiva e aos direitos reprodutivos aparece ligada a nova filosofia do "género", introduzida nas Assembleias gerais da ONU, em particular no Cairo (1994) e em Pequim (1995). Através da categoria do "género", o pensamento marxista estruturalista pós-moderno procede à negação da existência de uma natureza permanente e imutável. O "género" é uma categoria sócio-cultural, que se distingue do sexo biológico. Dado que o homem é considerado uma "estrutura" material, por sua vez inserida numa rede de estruturas em evolução, a distinção entre o sexo masculino e o feminino não provém da natureza, mas da cultura dominante, que cria e atribui os "papéis" do homem e da mulher. Trata-se, pois, de reestruturar a sociedade, abolindo os papéis que a antiga sociedade atribuía, respectivamente, ao homem e à mulher, e liquidando, de passagem, o casamento, a maternidade e a família.»
 
 
In "A Ditadura do Relativismo" - Roberto de Mattei págs. 26 e 27.